Novo blog no ar!!!

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Tem uma hora em que é preciso fazer uma mudança geral, né?
Pois é, estamos repaginados!

É com muita alegria que lançamos o novo blog "Clístenes Carlos" agora também com novo endereço www.clistenescarlos.com.br

Aproveito este momento todo especial para  agradecer aos meus queridos leitores, amigos, familiares, colaboradores e parceiros que me motivam cada dia a fazer um trabalho melhor. 

Também agradeço de coração ao talentoso Cosme júnior que trabalhou muito neste projeto. Ele quem leva todos os créditos da criação do novo layout e também do nosso novo logotipo e slogan. 

Obrigado pela visita e boa leitura!!!
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Os abadás do Umarizal Fest já estão à venda

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A galera que curte uma boa folia interiorana vá se preparando, pois uma grande festa se aproxima, leia-se Umarizal Fest - micareta da cidade de Umarizal - que será realizada no período de 10 a 12 de maio. 

Os organizadores do evento andam felizes da vida com o sucesso nas vendas dos abadás. E por falar nisso, compre logo o seu e caia na folia. Os abadás estão à venda em vários pontos espalhados pelas cidades de Umarizal, Olho D`água dos Borges, Lucrécia, Apodi, Mossoró, Caraúbas, Riacho da Cruz e também no site www.umarizalfest.com.br. 

Abadá Oficial -> R$ 120,00
Abadá Vip -> R$ 130,00
Camarote para 20 pessoas -> R$ 2.000,00

O Umarizal Fest é um evento bastante prestigiado pela imprensa. Vários colunistas, jornalistas, sites e blogs irão fazer a cobertura do evento e pensando nisso o Eskinão das Frutas, da cidade de Pau dos Ferros, é quem vai vestir essa turma que todos os anos marca presença. 

Confira a programação:

Dia 10 de maio - Sexta-feira – Saia Elétrica
Dia 11 de maio – Sábado – Tuca Fernandes
Dia 12 de maio – Domingo – Banda Grafith

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Cliques da festa com Bonde do Brasil e Flávio e Pisada Quente em Pau dos Ferros

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Nicó Júnior busca alternativas para amenizar situação da estiagem em Rafael Fernandes

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Sensibilizado com o problema da seca que castiga toda a região Nordeste e, infelizmente, não é diferente na cidade de Rafael Fernandes-RN, o Prefeito, Nicó Júnior, busca alternativas que possam amenizar esta realidade entre os rafaelenses.

Um dos caminhos percorridos pelo Prefeito, Nicó Júnior, foi em uma audiência, nesta quinta-feira, 04, com o Secretário Estadual de Recursos Hídricos, Leonardo Rego.

Neste encontro, o jovem Prefeito apresentou a delicada situação em que se encontram os moradores da zona urbana e rural do município. “Os prejuízos são imensos. A completa perca da produção, além da morte dos rebanhos e, até mesmo, já existe a dificuldade para o acesso de água para consumo humano”, explicou o Prefeito.

Com esta realidade, o Prefeito pleiteou junto ao Secretário, alternativas para esta situação. “Acredito que de forma emergencial, a melhor alternativa seria a perfuração de poços para suprir a necessidade de consumo de moradores e até de parte do rebanho que ainda resiste a esta crise”, acrescentou.

O Prefeito mostrou-se otimista quanto ao resultado deste encontro. Além de afirmar que vai se empenhar neste sentido, Leonardo Rego solicitou a realização de um levantamento, onde fossem apresentados os poços que existam no município que necessitem serem recuperados ou mesmo instalados.
“Vejo que o secretário encontra-se sensibilizado a realidade dos municípios da região. Espero que em breve possamos contar com estas melhorias, na questão do abastecimento”, comentou, Nicó.

O prefeito assegurou que permanecerá atento a possíveis mecanismos de apoio a população, onde a situação torna-se crítica. “Vamos continuar buscando meios de auxiliar os moradores. Nosso trabalho será incansável neste sentido”, finalizou, Nicó. 


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Tarde de autógrafos com a banda Bonde do Brasil e o cantor Flávio & Pisada Quente.

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O cantor Flávio & Pisada Quente e a banda Bonde do Brasil fizeram shows no sábado de Aleluia em Pau dos Ferros. Antes disso o empresário Chico Cobra Dágua reuniu alguns fãs e chamou a imprensa para fotografar a tarde de autógrafos. Confira os cliques!!!




 


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Conversa Boa com o cantor André Luví

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Pernambucano de nascimento e mossoroense de coração, o cantor André Luví é a sensação do momento no cenário musical da região. Ele atualmente acumula convites para apresentações em inúmeros eventos no Rio Grande do Norte e também em outros Estados.


Na entrevista, o cantor revela quais as principais dificuldades que enfrentou, e enfrenta, na carreira, avalia o segmento musical mossoroense e destaca a falta de incentivo e reconhecimento por parte do poder público para os profissionais que atuam na área.


André Luvi ainda conta como teve início sua relação com o universo musical, e destaca a mudança que realizou em seu estilo musical. "Estamos nos definindo com um estilo mais dançante e animado, que tem mais a ver com o nosso momento", relata. 



Acompanhe a entrevista concedida ao jornal O Mossoroense.

Por: Maricelio Almeida e Márcio Costa


Jornal O Mossoroense: Como teve início sua relação com o universo musical?


André Luví: Aos 17 anos tentei aprender a tocar cavaquinho, pois era um dos admiradores do movimento do samba que estava se reciclando naquele momento e despontando como ritmo musical para juventude no final da década de 90. Daí comprei meu primeiro violão e comecei a estudar com alguns amigos que já tocavam, e surgiram então os primeiros acordes, mas eu já gostava de cantar. Minha primeira experiência profissional veio alguns anos depois em um shopping na capital pernambucana.


OM: O desejo de trabalhar profissionalmente com música, como ocorreu? Você possui na família alguém que tenha ligação com a música? Houve influência de alguém?


AL: A música é algo apaixonante e o desejo surgiu naturalmente, com o passar dos anos a música foi ganhando mais importância em minha vida, se tornando algo cada vez mais constante, me dando mais prazer e me exigindo mais e mais tempo. Daí comecei a ver que aquilo que achava tão fantasioso, tão distante da minha realidade poderia um dia vir a ser real, de poder me dedicar integralmente à música e poder viver bem dela. Na minha família apenas eu segui por este caminho, apesar de achar que a artista da família é minha irmã, Marcela, que canta muito bem. A influência houve, mas não direta, até por que no início as pessoas da minha família eram contra a música, por conta do pensamento antigo de que música é para vagabundo, pois homem que é homem precisa trabalhar. Hoje graças a Deus consegui mudar isso e mostrar que a música é um oficio muito digno e muito bonito, motivo de orgulho para seus profissionais, familiares e amigos.


OM: Conte-nos detalhes do início de sua carreira. Onde e quando você começou a cantar profissionalmente?


AL: Ainda estou no início. Comecei a cantar profissionalmente no ano de 2001 em Recife, graças a uma amiga minha que pediu a um cara que se apresentava em um shopping da cidade para que eu desse uma "canja" e pudesse mostrar meu trabalho. Depois esse cara, Rubens Mendes, me ajudou muito, me ensinou muito e comecei os meus primeiros passos na profissão.


OM: Quais foram às principais dificuldades que você enfrentou nesse período?


AL: Ah, são várias, mas uma das mais evidentes, pelo menos na minha vida, é o fato de não poder viver da música, de ter obrigatoriamente que ter um outro oficio para poder sustentar dignamente, a mim e aos meus, pois os cachês implementados na cidade ainda são muito aquém do ideal para a profissão. E pela falta de incentivo público e reconhecimento a estes profissionais.


OM: Então viver só de música em Mossoró não é possível atualmente?


AL: Sobreviver sim, viver bem ainda é muito complicado. Mas diria que é possível, tocando, dando aula, gravando para terceiros, produzindo. Conheço algumas pessoas que realizam todas estas atividades para poder sustentar suas famílias.


OM: Hoje você um dos cantores mais requisitados para apresentações em Mossoró. A que você atribui esse reconhecimento?


AL: Atribuo isso aos nossos amigos, que desde sempre acreditaram em nosso trabalho e que nos apoiam comparecendo as nossas apresentações; a qualidade da minha banda e dos meus músicos, pois sem eles não seria nada e a Deus que como grande arquiteto do universo nos uniu com este propósito de levar alegria às pessoas através da nossa arte.




OM: E quais as suas expectativas para esse trabalho?


AL: Nosso primeiro trabalho é tratado como um pai de primeira viagem trata seu filho, é tudo novo, experiências novas, sinceramente não sei o que virá pela frente, mas sei que estou aproveitando demais este momento e trabalhando duro para que estes não sejam apenas os nossos 15 minutos de fama.


OM: Você deu uma guinada na sua carreira, mudando o gênero musical. Que tipo de música você tocava antes, e como define o seu trabalho atualmente?


AL: Sempre toquei de tudo, todos os estilos populares, como sou um cara que fui criado nos bares, tocando na noite, tocava vários estilos que iam do MPB clássico ao pagode, brega, pop, internacional e agora estamos nos definindo com um estilo mais dançante e animado, que tem mais a ver com o nosso momento. Não sei que nome posso dar para sintetizar esse gênero, mas diria que é um estilo mais dançante de Musica Popular Brasileira.


OM: Para concluir, como você avalia o cenário musical em Mossoró hoje?


AL: O cenário hoje é melhor que o vivenciado há alguns anos, porem ainda está muito aquém do ideal. Locais melhores e mais bem estruturados, que invistam mais e melhor em aparelhos de som, luz e estrutura, dando ao artista a qualidade que ele merece e precisa para fazer seu trabalho de modo cada vez melhor ainda são poucos na cidade e creio que a remuneração destes profissionais também passa longe de ser a ideal, mas isso já está melhor que a pouco tempo atrás.

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Confira as fotos da balada Mary White - Festa de Marianna Almeida

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